<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-8111465</atom:id><lastBuildDate>Wed, 23 Dec 2009 14:00:30 +0000</lastBuildDate><title>The Sound Of The Streets</title><description>There's a lifeline slipping as the records play</description><link>http://drowners.blogspot.com/</link><managingEditor>harvesterofhearts@hotmail.com (Pedro Barbosa)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>136</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8111465.post-7867737031781868565</guid><pubDate>Sun, 13 Dec 2009 01:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-13T01:03:41.438Z</atom:updated><title>The Sound Of The Streets (2004 – 2009)</title><description>&lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Foi com imenso prazer que participamos neste blog e partilha-mos convosco tudo o que nos ia nos ouvidos. Obrigado ao Eduardo Palandi, ao João Martinho, ao Manuel Oliveira, ao Luís Lisboa e à Rita Lavos por tudo o que foram escrevendo por aqui. Obrigado aos mais de 15 mil que por aqui passaram. Encontrar-nos-emos por aí novamente ;) &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Um forte abraço a todos.&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8111465-7867737031781868565?l=drowners.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://drowners.blogspot.com/2009/12/sound-of-streets-2004-2009.html</link><author>harvesterofhearts@hotmail.com (Pedro Barbosa)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8111465.post-516254935045952070</guid><pubDate>Mon, 06 Apr 2009 14:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-06T15:09:33.119+01:00</atom:updated><title>The Night Is Ours – Youth Group</title><description>&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" height="313" src="http://evilmonito.com/wp-content/uploads/2009/03/the_night_is_ours-print-410x410.jpg" width="313" /&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; &lt;strong&gt;Youth Group – The Night Is Ours (2008)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; &lt;/strong&gt;Este grupo australiano ficou conhecido por uma cover de Forever Young dos Alphaville e, desde então, não se limitaram a dormir à sombra das críticas positivas de que foram alvo. Antes pelo contrário: quando fizeram este último disco, só melhoraram a sonoridade.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Quem conhecer Spiritualized, vai aperceber-se com toda a certeza das semelhanças entre a primeira canção deste disco e a primeira de Ladies And Gentleman, We’re Floating in Space. Ambas são canções de abertura magistrais, não muito longas e de epílogo. Vão crescendo, crescendo e têm finais maravilhosos, cheios de intensidade. A partir daí, e durante 10 canções, este disco assume-se como um festim de boa música. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; The Night Is Ours será o título perfeito. É um disco nocturno, de rock melancólico (tem momentos em que lembra Pulp), com canções que obedecem a uma estrutura pop standard (estrofe&amp;#160; – refrão – estrofe – refrão – auge), de onde se destacam Dying At Your Own Party (belíssima e triste canção), All This Will Pass (canção radio-friendly, com um verso maravilhoso: “Mesmo que tivesses 40 vidas, só saberias como vivê-la à 39ª”), In My Dreams (perfeita para fechar qualquer episódio emocionante de uma série dramática) e, por fim, What Is a Life (provavelmente a minha favorita, com uma melodia extraordinária e uma estrutura pouco ortodoxa – a letra só confirma que quem compôs esta, estava obviamente drogado). Todas as outras canções, cada uma à sua maneira, são bastante agradáveis e não vão desiludir ninguém. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Os Youth Group não fizeram o disco do ano mas, para já, fizeram o disco da carreira deles e do qual muito se podem orgulhar. No fundo, e o mais importante, é que parecem adorar fazer música e esse é o primeiro passo para se ser verdadeiramente bom nesta indústria.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; &lt;strong&gt;Sonoridade: &lt;/strong&gt;Synth-Pop, que o vai fazer recordar Pulp, The Boy With The Torn In His Side e cangurus de headphones. &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8111465-516254935045952070?l=drowners.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://drowners.blogspot.com/2009/04/night-is-ours-youth-group.html</link><author>harvesterofhearts@hotmail.com (Pedro Barbosa)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8111465.post-3089735499170744468</guid><pubDate>Sat, 04 Apr 2009 21:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-04T22:16:23.311+01:00</atom:updated><title>Amor de perdição</title><description>&lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Este espaço vai reabrir brevemente. Esperem por novidades ;)&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8111465-3089735499170744468?l=drowners.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://drowners.blogspot.com/2009/04/amor-de-perdicao.html</link><author>harvesterofhearts@hotmail.com (Pedro Barbosa)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8111465.post-4457821705821415088</guid><pubDate>Sun, 23 Sep 2007 13:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-09-23T14:27:28.638+01:00</atom:updated><title>Madeleine Peyroux, Brasilia, 22/09</title><description>&lt;font face=tahoma size=2&gt;então essa noite rolou a apresentação da Madeleine Peyroux aqui em Brasília, devidamente descrita como "fenômeno do jazz internacional" e escaldada por músicas veiculadas em novelas e em rádios de &lt;em&gt;lounge music&lt;/em&gt;, como a Antena 1 brasileira, a senhorita Peyroux faz atualmente uma digressão brasileira, coisa rara para quem está no auge, como é o caso. de Ouro Preto ao Rio de Janeiro, das capitais do nordeste à capital federal, ninguém ficará sem ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;não tinha muitas expectativas para o concerto, já que não sou fã extremista. ouvi um monte essa semana dizendo que ela não é cantora de jazz, não é diva, não é isso, não é aquilo. óptimo. concentremo-nos, então no que ela pode nos dar: arranjos bem-feitos, repertório deliciosamente escolhido e uma voz que faz o feijão com arroz em 80% dos casos e brilha em outros 15% (há alguns momentos constrangedores, que preenchem o resto do tempo). achei fácil uma vaga no estacionamento do estádio Mané Garrincha, vizinho ao centro de convenções Ulysses Guimarães, local da apresentação, e logo entrei e deitei fora meu ingresso, cem reais a meia-entrada (com dois quilos de arroz, eu ganhava o direito à meia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;cabe aqui uma crítica à organização: os ingressos eram divididos em VIP Gold (150 reais), VIP A (100 reais) e VIP B (60 reais). e não há tantos VIPs assim no mundo, quanto menos em Brasília. preferia que fosse dividido em inferior frontal, inferior traseiro e superior, ou algo do tipo. e, já que comecei a criticar, vai uma outra crítica, desta vez à platéia: todo mundo sabe que show de jazz é coisa de casalzinho, e mesmo quem vai em um sozinho, como eu, respeita isso. o que não dá é pra ir com mulher feia em show de jazz, e isso tinha de monte. pagar 100 reais pra ser acompanhado por uma feia é deprimente, e se for pra isso é melhor optar por um programa mais barato e menos romântico, pois não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madeleine Peyroux adentrou o palco meia hora depois do mencionado no ingresso, violão em punho e acompanhada com uma banda de quatro músicos. começou com a primeira música do disco "Half the perfect world", cujo nome não me lembro agora e sinto preguiça de recorrer ao Google. o repertório concentrou-se nesse disco e no "Careless love", mas indo e voltando do primeiro, "Dreamland". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;no começo, a postura dela no palco era irritante: a srta. Peyroux tem cara de funcionária pública, veste-se como uma funcionária pública e adotava a postura de uma funcionária pública recém-transferida de um departamento para outro. só que música pop não é repartição, violão não é carimbo e sábado não é dia pra trabalhar pro governo, meu bem, então muda logo isso. lá pela terceira música um velho babaca, sentado pouco atrás de mim, gritou "apaga essa luz". Maddie, com um inglês de dicção perfeita, disse "desculpe, não entendo português, não sei o que estão dizendo. mas se você tentar em inglês, quem sabe eu entenda", no que eu disse baixinho "que bom que você não entende, nessas horas é ótimo", provocando risos dos meus vizinhos. logo depois, um cara das cadeiras superiores mandou ligarem "essa porra de som aqui pra cima", no que mandei um "pobre é uma merda" que fez ecoarem risos meigos ao meu redor, aumentados quando disse "putz, odeio pobre".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;lá pela quinta música a senhorita Peyroux já estava mais "soltinha", embora a timidez ainda lhe coubesse. arriscava uns passos tímidos, mostrou sua interpretação heterodoxa de "La javanaise", do mestre Gainsbourg, fez um comentário sobre "Everybody's talking", eternizada pelo Harry Nilsson na trilha do "Midnight cowboy" e mandou uma bela versão de "Summer wind", que descreveu como sendo "uma música bem antiga. mas algumas músicas antigas são boas", como se estivesse envergonhada por gostar de algo assim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;curioso é que a introdução de "Summer wind" me lembra muito a de "Querida", do Tom Jobim - queria que Madeleine soubesse disso, mas não me manifestei ali, claro. e assim ela foi se desinibindo aos poucos, embora, fique bem claro, não tenha gritado, interagido com a platéia além da conta ou coisa assim. e a coisa foi indo até o final, merecendo lembrar das outras duas músicas que queria ouvir: "Smile" (a do Charlie Chaplin, cuja versão com o Elvis Costello continua sendo a melhor) e "Dance me to the end of love" (que arrancou gritos, suspiros e aplausos de todos; da maioria, porque é o &lt;em&gt;hit&lt;/em&gt;; de mim, porque uma pessoa que coloca Leonard Cohen numa FM comercial brasileira merece aplausos de pé). não senti falta de "Between the bars", uma vez que não sou &lt;em&gt;indie&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ah, uma outra reclamação: brasileiro não sabe aplaudir. aplaudiam duas, três vezes no meio da música, fora o final. toda hora era aplauso. não é assim, meu deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;se eu tiver de resumir o que aconteceu nesse show, o mais sensato é dizer: moça com cara de funcionária pública, vestida como funcionária pública, se apresenta na cidade do funcionalismo público. começa burocrático e depois vai ganhando em peso e coração, embora a falta de ousadia musical da moça informe, a quem já ouviu um disco dela, que não há grandes ousadias durante toda a noite. se ela não será promovida à gerência do departamento, pelo menos será conhecida como sendo uma boa profissional, talvez com um bom papo ou capaz de fazer uns pasteis de nata deliciosos. e quem chamá-la para conversar ou para sair pode ter boas surpresas.&lt;/font&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8111465-4457821705821415088?l=drowners.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://drowners.blogspot.com/2007/09/madeleine-peyroux-brasilia-2209.html</link><author>noreply@blogger.com (Eduardo Palandi)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8111465.post-2085688201234247608</guid><pubDate>Mon, 03 Sep 2007 23:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-09-03T17:35:36.717+01:00</atom:updated><title>informação relevante</title><description>&lt;font face=tahoma size=2&gt;todos os temas resenhados na postagem abaixo podem ser baixados da página &lt;a href="http://planetapopradio.blogspot.com/"&gt;Planeta Pop&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;grata,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a Gerência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;p.s.: Pedro Barbosa, cadê você?&lt;/font&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8111465-2085688201234247608?l=drowners.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://drowners.blogspot.com/2007/09/informao-relevante.html</link><author>noreply@blogger.com (Eduardo Palandi)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8111465.post-6245580659074853258</guid><pubDate>Mon, 03 Sep 2007 15:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-09-03T17:25:50.716+01:00</atom:updated><title>prendas ofertadas</title><description>&lt;font face=tahoma size=2&gt;estou a trabalhar em um órgão do governo brasileiro onde a rede tem limitações de acesso; desta forma, não posso ter programas p2p como o Soulseek e o eMule, tampouco entrar em páginas como o Rapidshare e o Megaupload, onde versões compactadas dos álbuns aparecem velozmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;assim, minha única saída para ouvir um pouco de música é procurar blogs com &lt;em&gt;links&lt;/em&gt; directos para ficheiros em mp3, para gravá-los no hd do computador e ouvir. eis, aqui, algumas críticas a temas que ouvi desta forma:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Pelle Carlberg - "I love you, you imbecile". antes de qualquer coisa, ponto para Pelle: esta canção tem um nome espectacular, especialmente quando se é apaixonado(a) por algum(a) imbecil que ignora tal facto. a voz masculina do sueco Carlberg canta em dueto com alguma rapariga que ainda não descobri quem é, numa canção pop que é das melhores coisas que ouvi este ano. nota 8 (não leva mais porque não vai mudar o mundo, tampouco me mudar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Mäximo Park - "Girls who play guitars". anos atrás, ouvi o disco de estreia dos Mäximo Park, que um amigo de França tanto me recomendara. e a reação foi das piores: achei-o deveras fraco, sem um grande momento de inspiração ou um tema que os diferenciasse de tantas bandas "genéricas" a tentar a sorte no mundo pop. e desisti do Mäximo Park, até me ver atraído pela oferta desta canção com um nome bonito. pois bem: a despeito do nome bonito, a música é bem ordinária, bem miserável. nota 3.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Bright Eyes - "No one would riot for less". gosto dos Bright Eyes. em 2005, a banda de Conor Oberst lançou "At the bottom of everything", um dos melhores temas da década, embora o disco ficasse dois degraus abaixo. esta "No one..." é uma balada de acento &lt;em&gt;folk&lt;/em&gt;, com uma bela letra que diz coisas como "pequeno soldado, pequeno insecto / sabes que a guerra não tem coração / e te matarás sob o sol / ou feliz na escuridão", antes de concluir: "estou deixando este lugar / não há nada que planeie daqui levar / excepto ti, excepto ti". nota 7, por ser um tanto arrastada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. St. Vincent, "Now now". esta banda de uma rapariga, cujo nome me escapa, é bastante apreciada por um amigo do Lago Norte, que me manda ficheiros dela com freqüência. esta "Now now" é o melhor tema que já ouvi da gaja, mas isso não quer dizer muita coisa, a não ser que "não é mau". nota 6.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Arab Strap, "Dream sequence". os Arab Strap são, a meu ver, uma banda bem subestimada: seu disco "Monday at the hug &amp; pint", creio que de 2002, é um belo trabalho, e que foi muito pouco ouvido. essa "Dream sequence" troca o &lt;em&gt;folk-rock&lt;/em&gt; que os "consagrou" por algo mais soturno, próximo aos temas góticos de vinte anos atrás e com um belo piano. fãs de Echo &amp; the Bunnymen têm boas chances de se emocionar com o tema, que, acabo de descobrir, é de dois anos atrás. eis abaixo o vídeo da canção, que leva uma nota 9:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/fmF8Mw28Hs0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/fmF8Mw28Hs0" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Andrew Bird, "Heretics". um dos preferidos do &lt;a href="http://voandoaderiva.blogspot.com"&gt;João Martinho&lt;/a&gt;, Andrew Bird, que fazia música de raiz estadunidense com seu colectivo Andrew Bird's Bowl of Fire, parece ter descoberto a guitarra elétrica agora que se apresenta como solista. esta "Heretics" é uma cópia do Pavement fase "Brighten the corner". o problema - ou a virtude, depende de como se observa - é que é uma belíssima cópia. nota 7.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Mika - "Relax, take it easy". pop descartável de qualidade, para mim, atende pelo nome de Maroon 5, cuja "Makes me wonder" é, desde já, um dos grandes temas do ano. o libanês Mika, paneleiro que estourou nos &lt;em&gt;charts&lt;/em&gt; com a chatinha "Grace Kelly", tenta mais uma vez com esta "Relax, take it easy", e repete a fórmula: electrónica anémica, falsetes irritantes e a sensação de que algo na canção está em falta. deixa que eu respondo: falta talento. nota 2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Air - "Once upon a time". há por aí quem creia que os Air nunca farão nada tão bom quanto "Moon safari", seu primeiro LP, de 1998 (&lt;em&gt;geez&lt;/em&gt;, como o tempo passa...). por mim, aponto "Talkie walkie", de 2004, como o registo definitivo da dupla francesa. e por isso resolvi postergar pelo máximo de tempo possível a audição de "Pocket symphony", seu sucessor. esta "Once upon a time" é o primeiro tema que oiço, e já lá vão mais de seis meses desde o lançamento do álbum. o que sobra, aqui, é sensibilidade: o máximo de agressividade que um tema dos Air entrega equivale a passar por debaixo de uma árvore frondosa e ser atingido(a) por uma flor. há quem ouça música apenas pela agressividade e pelo nervosismo possibilitado (olá, fãs de Metallica). e há quem queira beber toda a água destes oásis de sensibilidade - é o meu caso. nota 8 (uma pena que também não mudou minha vida, senão mereceria um 10).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. Beirut - "Elephant gun". outro preferido do meu amigo do Lago Norte, o Beirut mistura ritmos do leste europeu ao &lt;em&gt;folk-rock&lt;/em&gt; ocidental - pense numa camponesa romena a prostituir-se no Chiado ao som de Bob Dylan. pensaste? bem, não é exactamente assim, mas quis que imaginasses a cena. "Elephant gun" lembra-me de almoços dominicais regados a espaguete, céus de amarelidão infinita, placidez, relvados a necessitar de corte, sumo de uva e um monte de outras coisas. apesar de tudo, não é tão especial. nota 6, mas admito que pode melhorar com o tempo.&lt;/font&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8111465-6245580659074853258?l=drowners.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://drowners.blogspot.com/2007/09/prendas-ofertadas.html</link><author>noreply@blogger.com (Eduardo Palandi)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8111465.post-115973135884222909</guid><pubDate>Sun, 01 Oct 2006 19:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-10-01T20:38:38.610+01:00</atom:updated><title>Help She Can't Swim</title><description>&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/GRRkJSAeXWI"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/GRRkJSAeXWI" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou como o rock amador tem o power todo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8111465-115973135884222909?l=drowners.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://drowners.blogspot.com/2006/10/help-she-cant-swim.html</link><author>noreply@blogger.com (rita)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8111465.post-115905033614878717</guid><pubDate>Sat, 23 Sep 2006 22:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-09-23T23:26:47.406+01:00</atom:updated><title></title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://ec1.images-amazon.com/images/P/B000G2Y69S.01._SS500_SCLZZZZZZZ_V62198592_.jpg"&gt;&lt;img style="WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://ec1.images-amazon.com/images/P/B000G2Y69S.01._SS500_SCLZZZZZZZ_V62198592_.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;strong&gt;James Dean Bradfield&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;The Great Western (2006)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;James Dean Bradfield, apesar do nome remeter para um imaginário sonhador, é um homem dilacerado por muitas dores e fantasmas.&lt;br /&gt;Ora, James é um guitarrista e vocalista conhecedor, conhecido e reconhecido. É um homem mais inteligente que o comum dos músicos e tenta, neste Great Western, aquilo que ainda lhe faltava provar: ser um bom escritor e compositor e melodizar, mais do que experimentar, a guitarra.&lt;br /&gt;Bem, Bradfield consegue tudo isso em Great Western. É um disco coeso, que apetece ouvir devagar e por inteiro e bem escrito, bem composto, bem feito. E tem mais: são canções tristes, muitas vezes cantadas a várias vozes (num efeito gospel maravilhoso que nos reporta para campos de escravatura) e que se rebelam. Ora, o artista prova ser irredutível para com a sua consciência e continua, ao fim de tantos anos, a revoltar-se contra o mundo que o rodeia, contra a hipocrisia das pessoas e contra a maldade dos corações.&lt;br /&gt;Agradável é o facto de cada vez o fazer melhor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8111465-115905033614878717?l=drowners.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://drowners.blogspot.com/2006/09/james-dean-bradfield-great-western.html</link><author>harvesterofhearts@hotmail.com (Pedro Barbosa)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8111465.post-115854082258032623</guid><pubDate>Mon, 18 Sep 2006 00:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-09-18T01:53:42.590+01:00</atom:updated><title>a escolha de Sofia</title><description>&lt;font face=tahoma size=2&gt;quando eu completar 35 anos e tiver alguns milhões a mais do que agora em minha conta bancária, farei uns telefonemas para localizar o Brett Anderson e farei-lhe uma oferta milionária para reunir o Suede para tocar em meu aniversário. e escolherei, claro, a lista de canções a ser apresentada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;se fosse hoje, a lista seria a mostrada abaixo, em que limitei-me a quatro canções de cada trabalho da banda (e sim, eu também me odeio por ter suprimido "The wild ones"):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Simon&lt;br /&gt;2. To the birds&lt;br /&gt;3. Jubilee&lt;br /&gt;4. Everything will flow&lt;br /&gt;5. Asbestos&lt;br /&gt;6. Starcrazy&lt;br /&gt;7. Pantomime horse&lt;br /&gt;8. She's in fashion&lt;br /&gt;9. By the sea&lt;br /&gt;10. Astrogirl&lt;br /&gt;11. The power&lt;br /&gt;12. New generation&lt;br /&gt;13. Untitled&lt;br /&gt;14. Metal mickey&lt;br /&gt;15. Together&lt;br /&gt;16. Trash&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(primeira volta ao palco)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17. Europe is our playground&lt;br /&gt;18. So young&lt;br /&gt;19. Still life&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(segunda volta ao palco)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20. Oceans&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e vocês, caros leitores? que lista fariam?&lt;/font&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8111465-115854082258032623?l=drowners.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://drowners.blogspot.com/2006/09/escolha-de-sofia.html</link><author>noreply@blogger.com (Eduardo Palandi)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8111465.post-115789923182076455</guid><pubDate>Sun, 10 Sep 2006 14:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-09-10T15:40:31.836+01:00</atom:updated><title>uma pequena evolução</title><description>&lt;font face=tahoma size=2&gt;ânimo, brasileiros: depois de um ano e três meses de atraso, saiu no país "Here come the tears", disco de estreia do Tears, com a dupla de &lt;em&gt;firing line&lt;/em&gt;predilecta deste blógue. e, com dois anos de atraso, o Brasil também recebe uma edição nacional de "Want two", do Rufus Wainwright. curiosamente, o "Want one" permanece inédito no Brasil - o único trabalho do canadiano que havia sido editado por cá foi "Poses", em 2001, mas que já se encontra fora de catálogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;é cedo para saber se há motivo para comemorar ou se foi caso fortuito. mas já vou inclui-los na lista de compras, antes que desapareçam - o que é bem comum, no país da mandioca.&lt;/font&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8111465-115789923182076455?l=drowners.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://drowners.blogspot.com/2006/09/uma-pequena-evoluo.html</link><author>noreply@blogger.com (Eduardo Palandi)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8111465.post-115706298197405370</guid><pubDate>Thu, 31 Aug 2006 22:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-08-31T23:23:01.993+01:00</atom:updated><title></title><description>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://static.last.fm/coverart/300x300/2392723.jpg"&gt;&lt;img style="WIDTH: 354px; CURSOR: hand" height="383" alt="" src="http://static.last.fm/coverart/300x300/2392723.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;The Essex Green&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Everything Is Green (1999)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ora, os primeiros acordes e vocais deste disco são fundamentais. Desde logo, em Primrose, o nobre ouvinte sentir-se-á transportado para os anos 60, para os Housemartin ou Supertramp. E continua, com canções absolutamente brilhantes como Everything Is Green, Grass, Mrs. Bean. Não desaparece nunca o ambiente de caravana do amor e paz e do conforto da pradaria e dos banhos de sol, no meio da relva.&lt;br /&gt;Everything Is Green, primeiro disco dos americanos The Essex Green é mágico, virtuoso, apelativo. Não é o último grito nem caso sério de veneração mas nem por isso deixa de ser obrigatória a sua audição.&lt;span style="font-family:tahoma;font-size:85%;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8111465-115706298197405370?l=drowners.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://drowners.blogspot.com/2006/08/essex-green-everything-is-green-1999.html</link><author>harvesterofhearts@hotmail.com (Pedro Barbosa)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8111465.post-115703155467443186</guid><pubDate>Thu, 31 Aug 2006 13:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-08-31T14:39:14.683+01:00</atom:updated><title>Happy Birthday</title><description>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1642/210/1600/Birthday.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1642/210/400/Birthday.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora aí está. O tempo corre depressa e este espaço, ideia minha (que logo convidaria Eduardo Palandi, João Martinho e Manuel Oliveira para a fundação) numa noite de muito calor e sonoridades intensas, faz hoje mesmo dois anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Drowners aka The Sound Of The Streets passou mais uma barreira temporal e, se o destino o permitir, fará mais 2, de cada vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E já agora, off-topic, acabaram hoje as férias de verão para o Drowners. Estaremos de volta, como de costume, em Setembro.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8111465-115703155467443186?l=drowners.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://drowners.blogspot.com/2006/08/happy-birthday.html</link><author>harvesterofhearts@hotmail.com (Pedro Barbosa)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8111465.post-115626192775343439</guid><pubDate>Tue, 22 Aug 2006 15:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-08-22T16:52:07.770+01:00</atom:updated><title></title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.observationdeck.org/lip_images/Jeff%20Buckley.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.observationdeck.org/lip_images/Jeff%20Buckley.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;             A vida tem destas coisas. Se em Avalon, Chicago, Paris (os 3 concertos míticos e místicos de Jeff) o público soubesse, por antecipação, que o homem que viam na sua frente, iria morrer…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Bem, Jeff Buckley cantava como se soubesse que tinha um curto prazo de validade. Punha tudo de si em cada som. Soltava agudos como se as cordas vocais fossem de aço e gemia, gesticulava e chorava entre canções, como se o seu mundo fosse o mundo mais triste, desesperado, desalentado. Jeff, mais intenso que o pai Tim, parecia encarnar as almas desaparecidas de Kurt Cobain, Jim Morrisson, Hendrix, Lennon, tinha um pouco de cada um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Além disso, Jeff Buckley é uma dessas personagens larger than life, que teve um início, meio e fim. Não deu nunca espaço para decair ou estragar a sua imagem. Contam que Jeff gostava de abrir e beber umas boas garrafa de vinho tinto e quando se tem Lilac Wine no repertório, a coisa ganha um encanto especial, até.&lt;br /&gt;            Contam que viu o pai apenas duas vezes, embora todos vissem os dois, de cada vez que olhavam um. Contam que o disseram louco quando quis cantar algo de Leonard Cohen mas Hallelujah a essa bendita cover. Contam que conseguiu um disco perfeito, ao qual chamou Grace e o que nos contam, o que nos conta quem viveu, tem sempre mais valor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Contarei eu, sempre, que a voz de Jeff Buckley parece hoje a voz de alguém que não queria morrer e quer voltar, como se o mundo mais triste, desesperado e desalentado fosse, ainda assim, o mais belo para ser apreciado.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8111465-115626192775343439?l=drowners.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://drowners.blogspot.com/2006/08/vida-tem-destas-coisas.html</link><author>harvesterofhearts@hotmail.com (Pedro Barbosa)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8111465.post-115572649866871403</guid><pubDate>Wed, 16 Aug 2006 11:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-08-16T12:08:18.676+01:00</atom:updated><title>constatação</title><description>&lt;font face=tahoma size=2&gt;é incrível como uma canção nos pode alterar o humor, não? ontem eu estava todo feliz, a comemorar minha aprovação num concurso público, e senti vontade de ouvir o "Heartbreaker", do Ryan Adams. depois de apenas dois temas, já me sentia a criatura mais desprezível da face da Terra...&lt;/font&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8111465-115572649866871403?l=drowners.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://drowners.blogspot.com/2006/08/constatao.html</link><author>noreply@blogger.com (Eduardo Palandi)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8111465.post-115542936962895266</guid><pubDate>Sun, 13 Aug 2006 00:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-08-13T01:36:38.586+01:00</atom:updated><title>A track and a train</title><description>&lt;div align="justify"&gt;Esta é uma lista com canções obrigatórias e que são parte integrante de discos a serem analisados durante os próximos tempos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wolfman featuring Pete Doherty - This is for lovers&lt;br /&gt;Babyshambles - I'm in love with a feeling&lt;br /&gt;Rogue Wave - California&lt;br /&gt;Shout Out Louds - Go sadness&lt;br /&gt;Artic Monkeys - Despair in the departure lounge&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8111465-115542936962895266?l=drowners.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://drowners.blogspot.com/2006/08/track-and-train.html</link><author>harvesterofhearts@hotmail.com (Pedro Barbosa)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8111465.post-115528703905697995</guid><pubDate>Fri, 11 Aug 2006 08:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-08-11T19:12:03.726+01:00</atom:updated><title>Arthur Lee 1945-2006</title><description>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5553/437/1600/arthur_lee.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5553/437/320/arthur_lee.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma pequena homenagem a um dos melhores álbuns que eu alguma vez ouvi - &lt;em&gt;Forever&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Changes&lt;/em&gt;. Arthur Lee, mentor dos Love, morreu a semana passada. Para além da memória, que não é mais que um fantasma adormecido, nós temos o estúpido privilégio de ficar com algo verdadeiramente vivo - as canções. Arthur Lee e os Love deixaram-nos várias. Eu apenas vos deixo a letra da &lt;em&gt;&lt;strong&gt;andmoreagain&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (não sei colocar mp3 aqui), a única canção com onomatopeias que ilustram o amor. Belíssima. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;And if you'll see Andmoreagain&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Then you will know Andmoreagain&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;For you can see you in her eyes&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Then you feel your heart beating&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Thrum-pum-pum-pum&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;And when you've given all you had&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;And everything still turns out Bad, and all your secrets are your own&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Then you feel your heart beating&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Thrum-pum-pum-pum&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;And I'm Wrapped in my armor&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;But my things are material&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;And I'm Lost in confusions'Cause my things are material&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;And you don't know how muchI love youOh, oh, oh..&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;And if you'll see Andmoreagain&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Then you might be Andmoreagain&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;For you just wish and you are here&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Then you feel your heart beating&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Thrum-pum-pum-pum&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8111465-115528703905697995?l=drowners.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://drowners.blogspot.com/2006/08/arthur-lee-1945-2006.html</link><author>noreply@blogger.com (rita)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8111465.post-115464765114368405</guid><pubDate>Thu, 03 Aug 2006 23:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-08-04T00:27:31.236+01:00</atom:updated><title>melhor tomar cuidado, Neil Hannon</title><description>&lt;font face=tahoma size=2&gt;o sexteto paneleiro Scissor Sisters, uma das bandas recentes que mais apetece este que escreve, lançará seu segundo trabalho, "Ta-Dah", no final de setembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;quem ouviu o primeiro se encantou com tantas loucuras: o plágio descarado dos Roxy Music em "Take your mama", a emulação de Elton John na belíssima "Mary", a abdução dos Bee Gees para tocar a couve dos Pink Floyd, "Comfortably numb". e a banda ainda registou uma versão de "Take me out", do Franz Ferdinand, como lado B - tão sublime que preciso recomendar por cá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o primeiro compacto a ser extraído de "Ta-Dah" chama-se "I don't feel like dancing" e tem a participação do Elton John, o que é mau agouro - ele era amigo de Gianni Versace e este foi assassinado, ele era amigo da Lady Di e ela morreu num acidente de viatura, etc. mas ainda assim, é um génio. e a canção aqui é uma bela trilha para um &lt;em&gt;strip-tease&lt;/em&gt; depois de uma noite de copos. recomendo aos leitores que a experimentem no conforto de seus quartos, com a pessoa amada e iluminação indirecta. recomendo ainda que tirem peça por peça das roupas e as rodem no ar antes de atirá-las ao chão. depois é só correr para o abraço - literalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ficaram curiosos a respeito de "I don't feel like dancing"? pois baixem-na &lt;a href="http://rapidshare.de/files/26724965/Dontfeel.mp3.html"&gt;deste endereço&lt;/a&gt;. e que o Neil Hannon e seu Divine Comedy que se cuidem: "Ta-Dah" é um sério concorrente a disco do ano...&lt;/font&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8111465-115464765114368405?l=drowners.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://drowners.blogspot.com/2006/08/melhor-tomar-cuidado-neil-hannon.html</link><author>noreply@blogger.com (Eduardo Palandi)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8111465.post-115405492040879668</guid><pubDate>Fri, 28 Jul 2006 02:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-07-28T03:48:40.416+01:00</atom:updated><title>seeeeeerá?</title><description>&lt;font face=tahoma size=2&gt;meus queridos, ouvi uma história de que o Quinteto Tati teria encerrado atividades. alguém pode me dizer se a informação procede ou é um mero factóide? só de pensar na possibilidade, já fico triste...&lt;/font&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8111465-115405492040879668?l=drowners.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://drowners.blogspot.com/2006/07/seeeeeer.html</link><author>noreply@blogger.com (Eduardo Palandi)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8111465.post-115365768808038828</guid><pubDate>Fri, 21 Jul 2006 12:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-07-23T13:28:08.126+01:00</atom:updated><title>The queen is dead, mas a gente não</title><description>&lt;font face=tahoma size=2&gt;Dando continuidade aos festejos de vinte anos do "The queen is dead", chegou a minha vez de deitar algumas linhas sobre o disco, mesmo que eu não o ouça mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explico: durante cinco anos, os Smiths tiveram o estatuto de minha banda favorita; devo ter decorado as letras de setenta por cento de suas canções, a ordem de lançamento dos compactos, passei até mesmo dez meses sem comer carne por influência do topetudo Morrissey (embora o Johnny Marr também seja vegetariano). Comprei o "The queen is dead" no dia em que completei dezoito anos, em novembro de 1999. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando cheguei em casa, descobri que estava diante de uma maravilha. Até então, meu conhecimento dos Smiths restringia-se aos dois volumes do "Best..." editados no Brasil. Por sorte ou algo assim, reeditaram-se o "Hatful of hollow" e o "The queen is dead" dois anos antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, aquilo foi como um soco no estômago. E detonou uma Smithsmania pessoal. Uma banda não lança um disco desses e fica impune, certo? A partir daí, comprei todo o catálogo dos Smiths e do Morrissey a solo, fui a um concerto dele em 2000, enfim... a rainha estava morta, mas a minha vida parecia ali ter começado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Cemetry gates" é um delicioso exercício de humor persecutório; "The boy with the thorn in his side" tem as guitarras mais bonitas da década, ao lado de "Lips like sugar", do Echo &amp; the Bunnymen; "Never had no one ever" traz aquela letra tão misteriosa: afinal, há algum significado nos 20 anos, 7 meses e 27 dias? "I know it's over" é o drama e a inadequação elevados ao estatuto de arte. E ainda há "There is a light that never goes out", com um vocal tão sublime que fica difícil crer que foi feito em apenas duas tomadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez, um amigo aqui de Brasília, que passou a gostar mais dos Smiths depois que chamei-lhe a atenção para a obra da banda, disse-me que "The queen is dead" era, a seu ver, um disco semi-conceitual sobre a morte, e que só não havia encontrado indícios sobre a morte em dois temas: "Some girls are bigger than others" e "Frankly mr. Shankly" (que traz o sensacional verso "you are a flatulent pain in the arse"). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu concordo com ele. Apesar de não ser um trabalho conceitual como "Strangeways here we come", sobre o amor (o disco começa dizendo "I think I'm in love" e termina com "Goodbye my love" - que prova melhor teríamos?), nem por isso "The queen is dead" deixa de ser um trabalho apaixonante. Já se vão vinte anos de corações partidos... e que venham mais vinte, trinta ou enquanto o bom gosto perdurar.&lt;/font&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8111465-115365768808038828?l=drowners.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://drowners.blogspot.com/2006/07/queen-is-dead-mas-gente-no.html</link><author>noreply@blogger.com (Eduardo Palandi)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8111465.post-115326327283549551</guid><pubDate>Tue, 18 Jul 2006 22:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-07-19T01:37:13.126+01:00</atom:updated><title></title><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#999999;"&gt;The Smiths&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;&lt;strong&gt;The Queen Is Dead (1986 - 2006&lt;/strong&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;Mãe, eu consigo senti-lo.&lt;br /&gt;O chão parece cair-me em cima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E enquanto me arrasto até esta cama vazia...&lt;br /&gt;Bem, chega de conversa.&lt;br /&gt;Porque eu sei que tudo acaba aqui,&lt;br /&gt;embora não o aceite.&lt;br /&gt;Não sei mais para onde ir,&lt;br /&gt;acabou.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;The Queen Is Dead faz 20 anos este mês. Está de parabéns. E merece este especial por várias razões, entre as quais, duas bem importantes: é um dos melhores discos de todos os tempos e continua a soar tão bem, ou melhor, do que há duas décadas atrás.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;Mãe, eu consigo sentir.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;O chão, bem,&lt;br /&gt;o chão parece cair-me em cima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vês o mar que me tenta levar?&lt;br /&gt;A faca que me tenta cortar?&lt;br /&gt;Julgas que me podes ajudar?&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/em&gt;Se não conhece o disco, corra a comprar ou faça o download, como queira; o importante é que o conheça, mesmo. Se o disco faz parte da sua estante, sei também que faz parte da sua alma, das suas memórias e da sua vida. São vinte anos, com vinte razões para se amar The Queen Is Dead. &lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://www.hasharat.co.il/images/smiths_queen_200.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;The Queen Is Dead (ou, em português, A Rainha Está Morta) é um dos mais intensos discos de sempre. Tem composições pop absolutamente perfeitas, tem temas épicos e verdadeiramente devastadores e tem paixão e raiva escritos por todo o lado. Este disco viria a influenciar todo o que se faria em Inglaterra nos anos seguintes e foram centenas de músicos a tentar algo parecido, após a edição do álbum, até hoje.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;"Triste e amargurada noiva, &lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;por favor, sê feliz.&lt;br /&gt;A ti, que cuidarás dela,&lt;br /&gt;dá-lhe espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por ti, por quem o amor&lt;br /&gt;falou mais alto,&lt;br /&gt;trata-a com carinho.&lt;br /&gt;Embora ela te precise&lt;br /&gt;mais do que te ama."&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os Smiths nunca soaram mal, nunca foram fúteis e as suas letras e melodias nunca foram menos de geniais. Mas The Queen Is Dead intensificaria tudo isto. No meio de Never Had No One Ever, Morrissey teve um dos seus melhores momentos da carreira, afirmando que “Eu tive um pesadelo absolutamente mau. Durou 20 anos, 7 meses e 27 dias.” Nunca ninguém descobriu que dia foi esse, que tanto marcou Moz mas esse é um dos inúmeros mistérios que rodeiam o disco e a banda. Um dos inúmeros mistérios que tornam os Smiths ainda mais importantes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;Porque eu sei que tudo acaba aqui&lt;br /&gt;embora não o consiga aceitar,&lt;br /&gt;não sei mais para onde ir.&lt;br /&gt;Acabou,&lt;br /&gt;acabou,&lt;br /&gt;acabou,&lt;br /&gt;acabou,&lt;br /&gt;acabou. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;Eu sei que tudo aqui termina&lt;br /&gt;mas nem sequer começou&lt;br /&gt;e no entanto, no meu coração,&lt;br /&gt;tudo foi tão real&lt;br /&gt;que até tu me falaste e...&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;…e tem humor negro, britânico e puro. The Queen Is Dead foi, provavelmente, o disco com mais versos que, ainda que isolados, são pedaços de genialidade efectiva. Para que constem alguns: “E se um autocarro de dois andares se despistar contra nós (fica a saber que) morrer do teu lado é uma forma paradisíaca de se morrer”; “Da idade do gelo até à idade da pedra, existiu apenas uma preocupação, que eu acabei de descobrir: algumas raparigas são maiores que outras”; “Docemente, eu estava apenas a brincar quando disse que gostaria de te esmagar todos os dentes, um a um”; “Continuo a preferir ser famoso do que moralista ou religioso”. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Se és tão engraçado&lt;br /&gt;porque estás sozinho, esta noite?&lt;br /&gt;E se és tão esperto&lt;br /&gt;então porque estás sozinho, esta noite?&lt;br /&gt;Se és tão bem-disposto,&lt;br /&gt;porque estás então sozinho, esta noite?&lt;br /&gt;Se és tão bem parecido, bonito&lt;br /&gt;porque dormes sozinho, esta noite?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixa-me adivinhar.&lt;br /&gt;Esta noite é como todas as outras noites.&lt;br /&gt;Por isso te deitas só, hoje como sempre." &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Porém, mais do que qualquer outro disco de Smiths, este disco é para aqueles que se deitam sós, “hoje como sempre”. A voz quente de Morrissey, que parece estar sempre no fio da navalha porque embora nunca angustie, grita a toda a hora as fraquezas de todos nós, a guitarra única e indescritível de Marr e as letras de todas as canções fazem deste disco uma compilação de desesperos e desistências. Frases de profundo lamento como “Como podem eles olharem-me nos olhos e ainda assim, não me crerem?” ou “Não quero mais ir para casa, até porque nenhuma tenho” são frequentes no disco. A sonoridade madura e datada do disco torna-o ainda mais precioso, mais audível, mais companheiro de noite e de chuva e de choro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Com as tuas vitórias e o teu charme,&lt;br /&gt;enquanto eles estão nos braços&lt;br /&gt;um do outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É tão fácil rir.&lt;br /&gt;É tão simples chorar.&lt;br /&gt;É preciso força para ser gentil&lt;br /&gt;e agradável.&lt;br /&gt;Quanto tudo acaba.&lt;br /&gt;Porque acabou.&lt;br /&gt;Acabou e são precisos tomates&lt;br /&gt;para se ser gentil e agradável. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;“É tão fácil rir. É tão simples chorar” poderiam bem ter sido as frases de promoção ao disco. Se ele é mais animado quando Viçar In A Tutu ou Frankly, Mr Shankly tocam, também consegue ser do mais devastador que existe se as opções forem Never Had No One Ever ou I Know It’s Over. O que interessa é que volvidos vinte anos, nenhum dos dois sentimentos perdeu força e nunca ninguém atingiria semelhante patamar, orquestrando estas duas emoções, ao mesmo tempo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Morrissey, mais que nunca, repetiria frases de sofrimento como “nunca tive alguém na vida” ou “o chão parece cair-me em cima” ou ainda “Não existe uma luz ao fundo do túnel” no fim das canções, ampliando a nossa dor, esquartejando a nossa alma. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O amor é tão natural e real...&lt;br /&gt;Mas não para ti, meu amor.&lt;br /&gt;Não para nós, meu amor.&lt;br /&gt;O amor é real, é natural mas&lt;br /&gt;não esta noite, meu amor.&lt;br /&gt;Não para pessoas como tu e eu,&lt;br /&gt;meu amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mãe, eu sinto-o.&lt;br /&gt;É agora.&lt;br /&gt;O chão parece cair-me em cima.&lt;br /&gt;Mãe, eu sinto-o.&lt;br /&gt;Eu sinto-o, mãe.&lt;br /&gt;O chão,&lt;br /&gt;o chão parece cair-me em cima.&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como um texto destes não depende apenas do disco e dos leitores mas também do autor, eu devo confessar que apesar da perfeição pop de There Is A Light That Never Goes Out e Some Girls Are Bigger Than Others, da sonoridade de The Boy With The Thorn In His Side ou Never Had No One Ever e do carisma de Cemetery Gates ou Bigmouth Strikes Again, nenhuma canção me toca tanto como I Know It’s Over.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;I Know It’s Over é o símbolo dos amargurados, o bastião da melancolia e do desespero, a Meca dos que perderam esperança na vida. I Know It’s Over é, na minha opinião, uma das melhores composições de todos os tempos, em que tudo está perfeito: a duração da canção, a letra, o ambiente que a rodeia, a sonoridade, a voz, a guitarra, o título. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os nossos heróis são-no porque nos identificámos com eles, porque eles dizem ou agem como nós queríamos dizer e agir. Nesse sentido, Morrissey tornou-se o meu herói quando conheci I Know It’s Over. Desde então, tenho um hábito bonito de a ouvir quando chove, com uma chávena de chá na mão. No entanto, uma canção assim serve sempre porque também faz sentido no insuportável calor dos sentimentos e ainda mais no Outono das sensações.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os gemidos e os risos, a tristeza e a felicidade, a velocidade e a ausência desta mas, acima de tudo, o desespero e o humor fazem de The Queen Is Dead um dos melhores discos de sempre. E, a menos que se diga “God Save The Queen (Is Dead)”, não há lugar ao contraditório, no que ao disco diz respeito. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;Mãe, eu sinto-o,&lt;br /&gt;eu sinto-o,&lt;br /&gt;eu consigo sentir.&lt;br /&gt;Eu sinto que o chão me vai cair em cima,&lt;br /&gt;mãe...&lt;br /&gt;eu sinto.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em itálico, encontra-se a letra de I Know It's Over, traduzida cuidadosamente e mais dramatizada que literal. Julgo que Morrissey assim gostaria que fosse.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://goodnightbird.blogspot.com"&gt;&lt;strong&gt;Pedro Barbosa&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://www.hasharat.co.il/images/smiths_queen_200.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8111465-115326327283549551?l=drowners.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://drowners.blogspot.com/2006/07/smithsthe-queen-is-dead-1986-2006-me.html</link><author>harvesterofhearts@hotmail.com (Pedro Barbosa)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8111465.post-115315738134807672</guid><pubDate>Mon, 17 Jul 2006 17:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-07-17T18:29:41.443+01:00</atom:updated><title></title><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://eil.com/newGallery/The-Kooks-Inside-In--Inside-346797.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://eil.com/newGallery/The-Kooks-Inside-In--Inside-346797.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;The Kooks&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Inside In/Inside Out (2006)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;Esqueça tudo, desde já. Esqueça as bandas com os The (Killers, Strokes, Artic Monkeys, Libertines, etc) e todas aquelas às quais estas foram comparadas (Beatles, Pulp, Smiths, Rolling Stones).&lt;br /&gt;            Os The Kooks são britânicos e têm the no nome, mas tudo o resto é muito diferente. Portanto vamos, desde já, à frase chave desta análise: Inside In/Inside Out é, muito provavelmente, um enorme candidato a melhor disco de 2006. E se tem Morrissey, Belle &amp; Sebastian, Divine Comedy, Camera Obscura, Sondre Lerche e The Stills na concorrência e ainda assim mantém o estatuto, estamos perante algo.&lt;br /&gt;            Ponto 1: o disco é inesperadamente maduro. Os rapazes abrem as hostes com &lt;em&gt;Seaside&lt;/em&gt;, uma anti-balada marinha, feita para aquecer os ouvidos com guitarras acústicas e vozes graves. &lt;em&gt;Sofa Song&lt;/em&gt; é um mimo, uma canção peculiar, que nos enche confortavelmente o ouvido. Nisto, os Kooks fizeram mestrado: tentam não enlouquecer com quatro ou cinco instrumentos ao mesmo tempo, uma voz aguda e efeitos de produção. Normalmente, usam uma guitarra, uma voz forte e uma bateria para marcar o ritmo. Tudo o resto é decoração, parecem ter pensado os rapazes.&lt;br /&gt;            As lições de pop britânico, do puro, também não saltaram e prova disso é a extraordinária &lt;em&gt;Ooh La&lt;/em&gt;, provavelmente a melhor canção do disco. Mas não acaba aqui: &lt;em&gt;Naive, If Only, Jackie Big Tits e Got No Love&lt;/em&gt; são todas elas únicas, agradáveis e refrescantes.&lt;br /&gt;            A disposição para ouvir os The Kooks nem sempre é a melhor. O verão não dura todo o ano e no Inverno, faz mais sentido perto do Seaside. Os The Kooks não são a melhor banda do mundo, nem têm essas pretensões. Serão, isso sim, a banda que os The Libertines queriam ser, que os Razorlight ainda não são e que os Artic Monkeys nunca serão.&lt;br /&gt;            Provavelmente, a melhor banda sonora deste verão.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=lQckcE9gQx8"&gt;Link para o vídeo de Naive&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://goodnightbird.blogspot.com"&gt;Pedro Barbosa&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8111465-115315738134807672?l=drowners.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://drowners.blogspot.com/2006/07/kooksinside-ininside-out-2006esquea.html</link><author>harvesterofhearts@hotmail.com (Pedro Barbosa)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8111465.post-115298976430756648</guid><pubDate>Sat, 15 Jul 2006 18:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-07-15T19:56:04.320+01:00</atom:updated><title></title><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://images.amazon.com/images/P/B000BKUX06.01.LZZZZZZZ.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://images.amazon.com/images/P/B000BKUX06.01.LZZZZZZZ.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;"&gt;Jens Lekman&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;"&gt;&lt;strong&gt;Oh, You're So Silent, Jens (2005)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;"&gt;Lekman, um sueco bonito que estudou nos E.U.A., decidiu ir nas modas de reunir lados b, EP’s e faixas bónus. Bendita a hora, em que o fez. Oh, You’re So Silent Jens é dos discos mais soulfull que já tive oportunidade de conhecer. Desde a doce brutalidade de &lt;em&gt;Pocketful Of Money&lt;/em&gt;, viajando por um &lt;em&gt;Black Cab&lt;/em&gt; tongue-in-cheek, até perceber que o disco, e o cantor, vivem da sua voz em &lt;em&gt;Another Sweet Summer’s Night On Hammer Hill&lt;/em&gt;, o disco é encantador.&lt;br /&gt;Porém, como em qualquer compilação, falta consistência ao disco e as canções parecem ter sido dispostas de forma aleatória. Fica quebrada a magia do disco pela pouca produção (leia-se: não devia ter alguma) e pela escolha, desnecessária, de algumas canções para fazerem parte dele.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;font-size:85%;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8111465-115298976430756648?l=drowners.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://drowners.blogspot.com/2006/07/jens-lekmanoh-youre-so-silent-jens.html</link><author>harvesterofhearts@hotmail.com (Pedro Barbosa)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8111465.post-115264726185231545</guid><pubDate>Tue, 11 Jul 2006 19:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-07-11T20:55:10.936+01:00</atom:updated><title>obituário</title><description>&lt;font face=tahoma size=2&gt;anunciou-se hoje que um dos fundadores dos Pink Floyd, Syd Barrett, faleceu na última sexta-feira, provavelmente de cancro ou de diabetes. o músico, que se fosse nascido em Portugal talvez fosse baptizado Alcides Barreto e fizesse rock progressivo com guitarra portuguesa e letras sobre viagens psicadélicas, tinha sessenta anos. foi com ele que os Pink Floyd gravaram a maior parte de suas boas canções, como "See Emily play", além de seu clássico primeiro álbum, "The piper at the gates of dawn". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;saído da banda em 1968, graças ao facto de que o LSD comeu seu cérebro (o que é, infelizmente, uma verdade), Barrett registou dois álbuns solo ("Madcap laughs" e "Barrett", ambos de 1970), antes de isolar-se e viver recluso em casa, a falar coisas sem sentido e fazer coisas sem sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;conta-se que "Wish you were here", o último grande tema dos Pink Floyd, foi composto quando Syd quebrou seu exílio voluntário e visitou os ex-companheiros no estúdio (era 1975). gordo, careca e a vestir trapos, o gajo continuava a falar apenas coisas sem sentido, e isso deixou seus companheiros arrasados. como gente triste compõe grandes canções, daí saiu "Wish you were here", editada no disco homónimo que se transformou, para muita gente (eu estou incluso) no "disco da amizade".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;curiosamente, estava ontem na Fnac quando deparei-me com um exemplar de uma revista inglesa (não me lembro se a "Uncut" ou a "Mojo"), com uma pequena chamada de capa para uma entrevista de um dos membros dos Pink Floyd. dizia "Syd still haunts us". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;que a terra lhe seja leve, Syd, pois jamais pesaste sobre ela.&lt;/font&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8111465-115264726185231545?l=drowners.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://drowners.blogspot.com/2006/07/obiturio.html</link><author>noreply@blogger.com (Eduardo Palandi)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8111465.post-115257214194541673</guid><pubDate>Mon, 10 Jul 2006 22:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-07-10T23:55:41.956+01:00</atom:updated><title>Precocidade</title><description>&lt;a href="http://images.amazon.com/images/P/B00006IQH4.01._SS500_SCLZZZZZZZ_V1116519621_.jpg"&gt;&lt;img style="WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://images.amazon.com/images/P/B00006IQH4.01._SS500_SCLZZZZZZZ_V1116519621_.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Sondre Lerche&lt;br /&gt;Faces Down (2002)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele tinha 16 anos quando compôs a maioria das canções deste disco. E uma coisa é certa: só com 16 anos se consegue fazer algo tão sincero, meigo, bruto, puro. Só com 16 anos ele conseguiria criar um disco tão sonhador, tão fora do contexto social que o mundo atravessa, tão pouco desiludido no que reporta a relações afectivas e sociais.&lt;br /&gt;            Sondre Lerche é, no que à sonoridade diz respeito, um rapaz interessante, que tem algo do seu conterrâneo Jens Lekman mas também de Scott Walker e, em alguns momentos, consegue soar a bandas inglesas depressivas dos anos 80 (recuso-me a dizer Smiths nesta review).&lt;br /&gt;            É um disco para o desperta matinal, para ouvir no seu leitor de mp3 enquanto corre pelo parque, num dia solarengo. Não julgue que é uma festarola, uma adoração ao sol e à praia, nada disso. Este disco é sobre a felicidade sem razão aparente, sobre as televisões a cores e os carros amarelos. Como o miúdo disse, “esquece a mãe natureza, isto é como tem de ser”…&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ec1.images-amazon.com/images/P/B00009QI2A.01._SS500_SCLZZZZZZZ_V1115810398_.jpg"&gt;&lt;img style="WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://ec1.images-amazon.com/images/P/B00009QI2A.01._SS500_SCLZZZZZZZ_V1115810398_.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Rooney&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Rooney (2003)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se, um dia, lhe der vontade de ouvir uma dessas bandas de colégio, americana, com estilo neo-punk e sem correntes nas calças, experimente os Rooney.&lt;br /&gt;As razões são as seguintes: têm uma capa para primeiro disco absolutamente maravilhosa; são uma das 3 bandas americanas que não se querem parecer com os Snow Patrol; já foram elogiados pelo Adam Brody; têm nome de jogador da bola; têm uma canção chamada Terrible Person, que é uma coisinha excepcional; vai sentir-se 10 anos mais novo, num slideshow de pontapés na bola e encontrões por parte do gordo da turma.&lt;br /&gt;Não espere muito, por favor. Isto foi o mais baixo que o The Sound Of The Streets conseguiu….&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8111465-115257214194541673?l=drowners.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://drowners.blogspot.com/2006/07/precocidade.html</link><author>harvesterofhearts@hotmail.com (Pedro Barbosa)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8111465.post-115231263483910657</guid><pubDate>Fri, 07 Jul 2006 22:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-07-08T13:47:24.450+01:00</atom:updated><title></title><description>&lt;a href="http://ec1.images-amazon.com/images/P/B000787ZTY.01._SS500_SCLZZZZZZZ_V1113536182_.jpg"&gt;&lt;img style="WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://ec1.images-amazon.com/images/P/B000787ZTY.01._SS500_SCLZZZZZZZ_V1113536182_.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I Am Kloot&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I Am Kloot (2004)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Seguindo as tradições de Man(d)chester, os I Am Kloot estrearam-se em 2003 com um disco que alterna entre o doce, o aborrecido e o explosivo. Em canções como From Your Favorite Sky e Proof, os IAK mostram uma veia melodiosa, radio-friendly. Here For The World, The Same Deep Water As Me e Not A Reasonable Man vão para outro patamar, são temas mais densos, mais coesos, especialmente o último.&lt;br /&gt;Pena que o resto do álbum não acompanhe e vá alternando entre o estúpido e o fantástico. Isto acontece, estranhamente, numa sequência perfeita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui vai link para verem um dos melhores videoclips de sempre da belíssima &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=457mjzLidgo"&gt;Proof&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ec1.images-amazon.com/images/P/B000E11568.01._SS500_SCLZZZZZZZ_V1136505982_.jpg"&gt;&lt;img style="WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://ec1.images-amazon.com/images/P/B000E11568.01._SS500_SCLZZZZZZZ_V1136505982_.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;strong&gt;Belle &amp; Sebastian&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;The Life Pursuit (2006)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;A capa é magnífica. O disco é aceitável. Não passa muito disto, tenho que ser sincero. Se o disco não pertencesse a este grupo de escoceses que um dia fez coisas como If You’re Feeling Sinister e The Boy With The Arab Strap, seria um bom disco. Assim sendo, as duas maravilhosas Act Of Apostle (I e II), a pop solarenga de Another Sunny Day e o fenomenal par The Blues Are Still Blue e Dress Up In You não conseguem fazer esquecer que o resto do disco está muito aquém do que seria de esperar.&lt;br /&gt;É tempo de repensar o rumo da banda.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;De qualquer forma, link para verem &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=yxoyKo50ZzQ"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Blues Are Still Blue&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Na próxima segunda ou terça, The Kooks e Sondre Lerche&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://goodnightbird.blogspot.com"&gt;Pedro Barbosa&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8111465-115231263483910657?l=drowners.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://drowners.blogspot.com/2006/07/i-am-kloot-i-am-kloot-2004-seguindo-as.html</link><author>harvesterofhearts@hotmail.com (Pedro Barbosa)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item></channel></rss>